20 de agosto de 2011

Não tires o chapéu

O meu último casamento desmoronou-se mais ou menos ao mesmo tempo que as torres gémeas de Nova Iorque. Desde então tenho vivido essencialmente solteiro, o que me tem surpreendido, pois não tinha feito planos para tal. Mas parece ser um estado mais ou menos sustentável. Razões porque sim ou porque não escapam-me, nem é esse o tema deste texto.

Por um lado não tenho vocação para uma vida de ascese e oração, mas por outro certos aspectos da minha personalidade moderadamente Asperger vedam-me o acesso aos encontros fortuitos e ao sexo comercial.